Confira 4 benefícios das mudanças na taxa de financiamento dos grandes bancos

Conhecer os benefícios das mudanças na taxa de financiamento dos grandes bancos fará com que você tenha mais discernimento no momento de comprar um imóvel, seja para moradia ou como forma de investimento.

Afinal, muito tem se falado sobre os primeiros sinais de melhora da economia e sobre como isso impactará o mercado imobiliário, que é um setor de extrema importância em nosso país. Entender melhor esse contexto permitirá que você tenha uma visão correta da situação e de como usar os empréstimos a seu favor na hora de realizar a aquisição de um imóvel.

Então, se você quer aprender melhor sobre as novas taxas de financiamento praticadas pelos grandes bancos, continue lendo este post e confira as informações que preparamos.

Qual foi o movimento realizado pela Caixa Econômica?

A fim de reaquecer a economia e contornar o encolhimento do mercado imobiliário que ocorreu a partir da crise de 2016, o Governo Federal tomou uma série de medidas, como a redução de juros e ajustes fiscais, a fim de equilibrar a situação.

Uma dessas ações foi justamente alterar as políticas de empréstimo para financiamento para compra de imóveis praticada pela Caixa Econômica Federal (CEF), a principal responsável por vários dos incentivos existentes no país.

A alteração central nesse sistema foi a redução da taxa de juros de 10,25% ao ano para 9% nas taxas mínimas do Sistema de Financiamento Habitação (SFH) e de 11,25% ao ano para 10% no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). As taxas máximas em cada um deles foram de 11% para 10,5% no SFH e de 12,25% para 11,25% no SFI.

Além disso, o valor de 50% do total do imóvel usado a ser financiado subiu para 70%, com o comprador tendo que pagar até 30% do valor como entrada. Para imóveis novos, os 80% do preço total a ser financiado se mantiveram.

Quais bancos acompanharam o movimento e o quanto as taxas foram melhoradas?

Com o apelo gerado pela Caixa Econômica Federal, vários bancos acompanharam seu movimento e passaram a abaixar suas taxas de financiamento a fim de atrair compradores interessados.

No Banco do Brasil, por exemplo, que praticava uma taxa mínima de 9,24% ao ano, houve uma queda benéfica ao comprador para 8,89% via SFH. Além disso, o BB passou a aceitar a portabilidade nesse processo, recebendo financiamentos imobiliários iniciados em outros bancos por seus clientes.

O Santander também acompanhou esse movimento e reduziu suas taxas anuais de 9,49% para 8,89% no SFH e 9,99% para 9,49% no SFI. No Bradesco não foi diferente, reduzindo suas taxas de 9,3% para 8,85% no SFH e de 9,7% para 9,3% a.a. no SFI.

O Itaú seguiu os mesmos padrões da CEF com a diferença de que o valor máximo a ser financiado do imóvel foi de 82%, sendo um pouco maior. O valor mínimo do bem deve ser de R$80 mil tanto para imóveis novos, quanto usados.

Quais os benefícios que as mudanças trazem para o mercado imobiliário?

Ajustes de um porcento em um financiamento de longo prazo e alto custo como a compra de um imóvel podem fazer toda a diferença, não é mesmo? Dependendo do valor da residência e do tempo de pagamento do empréstimo a diferença final pode passar da casa dos R$50 mil.

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Imagine, por exemplo, um imóvel de 300 mil ou mais, financiado por 30 anos, a diferença de 1% ao longo das décadas daria um valor bastante acima do que se paga hoje. Nesse contexto, no qual o comprador sabe que pagará um valor mais justo pela aquisição feita, não só o consumidor é beneficiado, mas também o próprio mercado que vê a chegada de um número maior de pessoas dispostas a investirem no setor novamente.

Isso faz com que construtoras, empreiteiras e imobiliárias se preparem para receber esse público que está pronto para aproveitar o reaquecimento do mercado imobiliário. Assim, novas construções de bom padrão surgem e imóveis que estavam parados sem compradores dispostos a adquiri-los também passam a estar no interesse dos consumidores.

Como o mercado deve ser aquecido em 2019?

Com um cenário mais positivo para compra e investimentos em imóveis, o mercado se aquecerá como consequência desse clima favorável à aquisição de uma residência. Existem 4 fatores determinantes nisso que vamos explicar logo abaixo. Veja!

1. Maior oferta de crédito

Um dos fatores mais determinantes nesse novo panorama é a maior oferta de crédito pelos bancos. As pessoas interessadas em comprar um imóvel via financiamento não terão dificuldades em encontrar instituições financeiras dispostas a efetuar o empréstimo para tal finalidade.

Obviamente, as construtoras também já preveem esse movimento e passam a investir mais em suas atividades, sentindo-se menos retraídas devido às melhores condições que começam a se apresentar economicamente. Tudo isso contribui para o aquecimento do mercado imobiliário em 2019.

2. Melhores condições de negociação

A baixa de juros faz com que o consumidor seja encorajado a assumir o financiamento, já que sabe que poderá arcar com esse compromisso ao longo dos anos. Além disso, a variedade de bancos oferecendo melhores condições de negociação a partir da iniciativa da Caixa de abaixar os juros faz com que encontrem o cenário ideal para um investimento importante como a compra de um imóvel.

Do outro lado, quem vende também estará mais flexível para receber o consumidor com o amplo leque de opções que terá para realizar essa aquisição. Esses aspectos servem para fortalecer o mercado imobiliário de uma forma geral.

3. Confiança do consumidor

Um dos desdobramentos diretos que falávamos nos subtópicos anteriores e demais informações abordadas ao longo do post é o aumento da confiança do consumidor. Não só devido aos juros mais baixos e melhores condição de negociação, mas ao próprio cenário macroeconômico que vem apresentando sinais de melhora.

Esse fator é decisivo, pois, o que determinará se uma pessoa tomará a iniciativa de realizar um investimento de alto custo como a compra de um imóvel é justamente a confiança que terá de assumir esse compromisso financeiro e arcar com o pagamento até o fim. Em um contexto positivo isso se torna possível e todo o mercado se beneficia.

4. Melhoria do cenário macroeconômico

Durante todo este artigo apresentamos diversos pontos destacando a melhora da economia no país, não é mesmo? Pois bem, sem isso nenhum mercado prospera e a venda e compra de imóveis depende de fatores globais para se firmar e retomar o crescimento.

Com os esforços feitos pelo governo para ajustar as contas e as novidades instituídas pela Caixa e demais bancos que acompanharam esse movimento, o mercado imobiliário se saiu bem e continuará em crescimento no próximo ano.

Aproveite bem das informações que demos para fazer uma aquisição acertada e se preparar para as oportunidades que estão por vir.

Se gostou de conhecer 4 benefícios das mudanças na taxa de financiamento dos grandes bancos, aproveite para conhecer o passo a passo de como financiar um imóvel.

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