Afinal, quanto custa financiar a casa própria? Descubra!

O grande sonho de boa parte da população nacional é ter sua casa própria. É uma garantia de segurança para a pessoa e sua família. Também, representa aquisição e/ou aumento de patrimônio. Outra vantagem é que a pessoa fica livre do aluguel, passando a gastar em algo que efetivamente será seu. Há muitos anos, o financiamento é a forma mais usada para a compra de um imóvel próprio.

O financiamento é uma forma de alavancagem, já que o consumidor pede dinheiro emprestado a um banco para comprar sua casa e paga a essa instituição em parcelas, durante um prazo determinado. As parcelas trazem juros, que funcionam como compensação para o banco por ter emprestado o dinheiro.

Contudo, nem só de juros se compõe um financiamento. Vale a pena saber que outros valores formam as parcelas para ter certeza de quanto será gasto. Vamos tratar desse assunto neste post e mostraremos que, ainda assim, financiar a casa própria continua uma opção acessível. Confira!

O valor mínimo do imóvel para financiamento dos bancos

Geralmente, os bancos estipulam um valor mínimo para realizar o financiamento. Abaixo desse piso, não é possível realizar o financiamento. A Caixa, por exemplo, tinha como piso o valor de R$100 mil, mas agora foi reduzido para R$80 mil, envolvendo imóveis novos e usados também.

No Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), não há limite máximo para o valor do imóvel. Nesse sistema, o banco pode financiar de 40% a 60% para funcionários de empresas privadas e de 50% a 70% para quem trabalha em repartições públicas. Contudo, nesse sistema de financiamento não se permite usar o FGTS, como no Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

O valor de entrada e a renda mínima para financiar a casa própria

Também, é importante saber qual o capital inicial necessário para financiar a casa própria. Esse valor muda a cada instituição, porém, a mais usada entre os bancos é a alíquota de 30%. Na Caixa, o valor mínimo para a aquisição de um imóvel é de 10%.

A renda mínima para o financiamento de um imóvel e o preço estão intimamente associados. A regra dos 30% é seguida pelas instituições financeiras para aprovar o negócio. Isso significa que o valor da parcela que será pago não pode ultrapassar 30% da renda familiar mensal. Essa é uma maneira que os bancos encontram para reduzir o índice de inadimplência, uma medida que é boa para todas as partes no fim de tudo.

As taxas de juros das diferentes instituições bancárias

Como já mencionamos na introdução, os juros são o componente principal das parcelas de financiamento. Geralmente, os custos mais baixos estão nos bancos públicos, pois oferecem taxas de, aproximadamente, 8,5% ao ano para pessoas que não são clientes. Em bancos privados, essa é a taxa mínima, devendo ser obtida somente por clientes preferenciais, que têm um relacionamento mais estreito com a instituição e, consequentemente, apresentam maior poder de negociação de valores.

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O banco mais procurado no Brasil para financiar a casa própria é a Caixa Econômica Federal, que oferece os planos do governo, como o SFH e o SFI, que é ideal para quem deseja comprar imóveis mais caros. O SFI é mais flexível e as taxas de juros podem ser mais altas. Independentemente de qual seja o banco, o valor da taxa deve respeitar o limite fixado pelo Banco Central do Brasil, que não pode ultrapassar 12% ao ano.

Os outros custos envolvidos no financiamento imobiliário

As taxas de juros servem como referencial. É necessário ainda avaliar o custo do seguro, que tem um peso relevante no processo. O tipo de reciprocidade exigido pelos bancos. Ainda que seja proibida, essa reciprocidade ainda é praticada no mercado, seja pela compra de um seguro, pela abertura de conta corrente ou poupança, ou a aquisição de outros produtos. É importante considerar também a variação na Taxa Referencial (TR), que é somada aos juros. Por isso, pesquise antes de fechar o contrato.

Um importante conceito para entender quanto custa efetivamente financiar a casa própria é o de CET, ou Custo Efetivo Total. A parcela se compõe do valor bruto, dos juros, seguros, custos administrativos. Tudo isso representa um diferencial relevante no preço final. Nesse contexto, as diferenças de valores entre os bancos ficam mais evidentes. Claro que o CET pode ser um fator determinante no momento de escolher a melhor instituição financiadora.

Os documentos exigidos para o financiamento imobiliário

Depois de confirmar que as parcelas não envolverão mais de 30% de sua renda mensal. É necessário agora conferir toda a documentação. Considerando que a sua casa será comprada por meio de algum sistema da Caixa, é preciso realizar um cadastro, fornecendo todos os dados necessários para que o processo continue. Esses documentos são:

RG (Carteira de Identidade)

O primeiro documento da lista é o Registro Geral (RG), a Carteira de Identidade. Ele deve estar dentro do prazo de validade e em boas condições de conservação. Documentação com rasuras e rasgada não será aceita. Para confirmar a identidade, outros documentos podem ser usados, como:

  • CNH (Carteira Nacional de Habilitação);
  • Carteira da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil);
  • CRM (Conselho Regional de Medicina).

CPF (Cadastro de Pessoa Física)

O CPF também é obrigatório para obter financiamentos em qualquer banco, não apenas na Caixa. Se o RG ou o outro documento de identificação contenha o número do CPF, é dispensável apresentar o CPF separadamente. Também, é possível imprimir o comprovante de inscrição no site da RFB (Receita Federal do Brasil).

Outros documentos

Além de RG e CPF, são necessários:

  • comprovante de estado civil (casado ou solteiro);
  • comprovante de renda para confirmar que é possível mesmo assumir os custos do financiamento;
  • declaração do Imposto de Renda (IR);
  • carteira de trabalho;
  • extrato de FGTS, se necessário;
  • certidões negativas de débitos do imóvel.

Financiar a casa própria naturalmente envolve custos que podem ser ou não altos. Contudo, as vantagens do financiamento é que ele ameniza os gastos, dividindo-os em parcelas mais acessíveis. Mesmo para os que desejam casas de alto padrão, é uma boa opção recorrer ao financiamento. Trata-se certamente de um dos melhores investimentos que alguém pode fazer. O importante é escolher um bom banco, com taxas de juros mais baixas e um prazo razoável.

Se realmente tem interesse em obter sua casa própria por meio de financiamentos, você pode conseguir mais informações com a gente sobre o assunto. Contate agora mesmo a César Rego e tire suas dúvidas!

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